quinta-feira, novembro 25, 2004

Eternal Sunshine of a Spotless Mind

<>Depois de ver este filme - que adorei - achei por bem partilhar convosco umas ideias que me ocorreram. Para quem não viu, levanto apenas a pontinha do véu dizendo que o assunto principal é o amor e que o secundário é um método inverosímel de apagar do nosso cérebro a memória de alguém que queremos esquecer a todo o custo.
Ora nos queremos esquecer a todo o custo o Primeiro Ministro! E a Ferreira Leite! E o Paulo Portas! Nos queremos esquecer as noitadas e as sestas, os deslizes tributarios, os
submarinos encalhados! Cade esse metodo maravilhoso aqui pros tugas? Humpft...


sexta-feira, novembro 19, 2004

Cof cof

Esta semana, foi anunciado que algum do tabaco comercializado pela Tabaqueira, contém um pesticida cancerígeno, e esse tabaco vai ser retirado do mercado. Eu concordo. Finalmente! Há uns anos, também foi anunciado que esse mesmo tabaco, continha nicotina, alcatrão e outros produtos cancerígenos, e ninguém fez nada!

quinta-feira, novembro 18, 2004

Já não sou ex-tóxicodependente ...

Morais Sarnento, ministro do Novo Estado Novo, afirmou que a Alta Autoridade para a Comunicação Social, "não tem credibilidade". Pela minha parte, eu afirmo: "Oh Morais, deixa a droga ...!". Já sabemos que, quando arranjares algum amigalhaço teu do Cartel de Bogotá ou Medellín, para liderar a nova autoridade reguladora da Comunicação Social, vai haver mais credibilidade.

segunda-feira, novembro 15, 2004

Volta Andrea Bocelli!

O nosso Primeiro anunciou que a crise está a acabar. Portanto, azeiteiros de Portugal: acabaram-se as desculpas para comprar (e ouvir!) discos dos “Ozone”.

Coitadinho do Arafat

Estou indeciso. Não sei porque devo estar triste pela morte do Arafat. Se por ele ser à data da sua morte, um dos dez governantes mais ricos do Mundo, enquanto o povo que ele tanto “amava”, viver em condições miseráveis. Se por ele ter todo aquele dinheiro, e não o ter gozado (exceptuando o curriqueiro fogo-de-artifício que, amiúde, rebenta por aquelas bandas). Se pelo facto de ele já não participar na Quinta das Celebridades ...

Alegria gentxi!

Santana Lopes “não quer um país com mau astral”. E para evitar esse mau astral, já anunciou a distribuição ‘maciça’ (Oh, repare-se neste pormenor! Que belo apontamento, que bela escolha de palavra! Uma forma leve, descontraída e acutilante de relembrar assuntos mundanos de grande interesse público!) daquelas pulseirinhas pindéricas, e aqueles lencinhos parolos para pôr na testa que ele usa. Podemos viver em crise, mas pelo menos vamos rir a bom rir, com as figurinhas tristes que iremos fazer.

segunda-feira, novembro 08, 2004

Politicamente Correcto

No portal de um ISP português, existe uma área dedicada a anedotas. Estando organizadas por tema - política, animais, loiras ... -, um destes, sem ver ao certo do que tratava, chamou a minha atenção: "Povos e Raças do Mundo". Tanta merda para esconder anedotas sobre pretos ...

Ninguém o iria achar estranho

Agora que está em morte cerebral, Yasser Arafat, já preenche todos os requesitos necessários para participar na "Quinta das Celebridades".

Eu diria que se tratava da prova cabal de que Deus existe

"O Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, foi visitar uma turma da 4.ª classe. À sua chegada, durante uma discussão acerca das palavras e dos seus significados, a professora perguntou ao presidente se ele não queria participar no debate sobre o significado da palavra "tragédia". Então "o grande líder" pediu a algum menino ou menina que lhe desse um exemplo de uma tragédia. Houve, então, um miúdo que levantou a mão e disse:
- Se um amigo meu fosse a atravessar a rua e um carro o atropelasse, isso era uma tragédia.
- Não - disse Bush -, isso era um acidente.
Então uma menina levantou-se e disse:
- Se um autocarro da escola cair de um precipício, cheio de crianças e morrer toda a gente, isso aí era uma tragédia, não é?
- Lamento, mas não. A isso podemos chamar uma grande perda. Fez-se um grande silêncio na sala de aula. Mais nenhum aluno sabia dar um exemplo de tragédia.
Bush provocou-os dizendo:
- Então, não há ninguém nesta sala que me consiga dar o exemplo de uma tragédia? Finalmente, um puto do fundo da sala, levantou o braço e disse:
- Se o avião presidencial, transportando o presidente e todo o seu staff, fosse destruído por um míssil, desfazendo-o em bocadinhos, isso seria uma tragédia.
- Fantástico - disse Bush -, está certíssimo. E podes dizer aos teus colegas porque é que isso era uma tragédia?
- Sim - respondeu o puto - Em primeiro lugar, porque não era nenhum acidente. E depois, porque não era uma grande perda."

natale

Faltam pouco menos de 2 meses para o Natal e já somos atacados pelo frenesim do consumismo! Onde quer que vá tenho de me desviar de um pai natal, de um pinheiro enfeitado, de anjinhos dourados e decorações de toda a espécie. As montras populam de coisas e coisinhas de todas as cores e todos os preços, de promoções pague 1 leve 2, de verde e vermelho. As pessoas entram numa histeria colectiva que vai crescendo até à véspera de natal.
Ok, coisas que não entendo: as colunas de som que são colocadas nas ruas de comércio devidamente autorizadas pelo governador civil que decerto não vive em nenhuma dessas ruas e não tem de ouvir a todos um bom natal 50 vezes/dia... os jingóbeles activam alguma hormona no cérebro que por sua vez activa o gene consumista? Os estaminés
de peditórios solidários que germinam como cogumelos em pontos estratégicos... está tudo convencido de que as pessoas ficam "melhores" pessoas durante o mês natalício? Tentar convencer as criancinhas do séc XXI que o pai natal é quem lhes traz as prendas quando durante todo o ano as birras que fizeram nos corredores dos shoppings surtiram o efeito desejado?
A todos um bom natal!

quinta-feira, novembro 04, 2004

Nós não compreendemos...

Nós, os europeus, não entendemos o povo americano. Nós somos mais "intelectuais". Na América existe o estigma de que a Europa é um bom sítio para a "enculturação": a arte, a literatura, a gastronomia, o sexo. Visitar Paris pelo Louvre, ler um livro de Saramago, comer um prato italiano, comer uma francesa de chapéu preto e camisa às riscas .
Afinal eles são um país formado pelos colonos espertalhões que procuravam uma vida melhor e que, para isso, arrasaram os povos índios; pelos missionários que procuravam evangelizar a terra e violar as criancinhas e pelos criminosos que fugiam para a terra das oportunidades. Um autêntico melting-pot. E resolveram sempre tudo na ponta da faca, com guerras e motins.
Ora elegeram o típico homem-médio americano que tem um pouco de tudo isso: de colono empreendedor-passe-por-cima-de-quem-se-atravessar-à-frente, de missionário-reza-em-frente-das-câmaras, de pseudo-soldado e muito de criminoso. Elegeram-no apesar do seu famoso baixo Q.I. e apesar do documentário de Michael Moore (!!). Votaram de consciência num homem que lhes mentiu, omitiu e manipulou informações importantes. Provavelmente porque eles, no lugar dele, fariam o mesmo! Meus amigos, quem somos nós para criticar? Nós não os compreendemos. Somos demasiado... intelectuais.

quarta-feira, novembro 03, 2004

O mundo em festa

A vitória de Bush vai ser comemorada pelo mundo fora. Está prometido muito fogo de artifício para Badgad, Fallujah, Pyongyang, Teerão ...

Vote on me if you want to live ...

Ânimo! Até da maior das desgraças, se retira esperança! Bush ganhou mas isso não é necessáriamente mau. É a garantia que daqui a 4 anos, nos vemos definitivamente livres dele! Ainda assim não devemos criticar os nossos irmãos americanos, tão semelhantes a nós, por o terem re-eleito. Repare-se que eles tinham um presidente eleito sem a maioria dos votos, nós, temos um presidente que elege governos sem votação.

Uma questão de números

Para começar, acho que o grande obstáculo de John Kerry, para chegar à Casa Branca, foi ele próprio. Bush é tão mau, que se (con)corresse sozinho, teria perdido.
Nenhum pai, mãe, irmão ou irmã de um soldado americano, morto no Iraque ou no Afeganistão, votaria em Bush. Por outras palavras, (ainda) não morreram soldados suficientes ...

domingo, outubro 31, 2004

Mr. Buchadas que se cuide

Na WWW não há censuras nem constrangimentos e ainda bem!

Vejam estes vídeos e animações e depois votem em consciência!

You can’t vote Kerry - (para ver em windows Media Player)
mms://streamingmedia.cyso.nl/cyso.nl/Voting_Machine.wmv
bin explaining the W.T.C. attack - (para ver em windows Media Player)
mms://ondemand.xs4all.nl/bchicago/osablpr.wmv
Bush Animations
Bush – The Idiot son of an Asshole by NOFX
http://www.bushflash.com/idiot.html
http://www.bushflash.com/idiot_p.html (em português)
Liberation
http://www.ericblumrich.com/liberation.html
Victory
http://www.ericblumrichcom/antivic.html
War Crimes
http://www.ericblumrich.com/PD.html
Doctor Bushlove
http://www.ericblumrich.com/strangelove.html
Terror Democracy and Liberation
http://www.ericblumrich.com/antiwar2.html
Poisonous Legacy
http://www.ericblumrich.com/pl_lo.html
One Year of occupation of iraq
http://www.ericblumrich.com/year.html
I Hate Republicans
http://www.ericblumrich.com/ihr.html
Equal Time
http://www.ericblumrich.com/critics2.html
Vote for US President
http://www.us-election.org/wv-register.php

Retirado de:
http://www.ericblumrich.com/animation.html

quinta-feira, outubro 28, 2004

E agora algo completamente deprimente ...

Nunca fiz segredo do meu ódio às chamadas "tradições académicas", e cumpri com o meu dever, combatendo-as, pintando graffitis e sendo até emboscado por "academistas". Até aí, nada de novo. Eu agia de madrugada, às escondidas. Os meus adversários, violavam ou queimavam os seus caloiros com ferros de engomar, entre outras actividades ainda mais divertidas, que invariávelmente conseguem abafar. Para além deste secretismo, não há outras semelhanças.


Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí!
Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura!
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!

Este poema, Canto Negro (quão irónico!), da autoria de José Régio, dedico-o a todos os passados, presentes e futuros academistas. Que sejam mais lúcidos, esclarecidos e verdadeiros. Dedico-o ao Diogo, estudante da Universidade Lusíada, que foi espancado até à morte, em segredo, pelos próprios "amigos" da tuna, "amigos" esses que não se coíbiram de o homenagear no seu funeral. E continuam por aí, impunes.

quinta-feira, outubro 21, 2004

Dama de Lata

A Sra Ferreira Feia Todos os Dias Leite "esqueceu-se" de incluir na sua declaração de rendimentos de 2002 a módica quantia de 15 mil euros de mais-valias relativas à venda de um imóvel. Mas atenção! Detectou o "erro" um ano depois e rectificou o "deslize tributário". Agora veio à baila que não tem as cotas em dia e que foi riscada dos cadernos eleitorais...
Coitada, é uma mulher muito ocupada. Sim, colocar base naquela carantonha feia todos os dias deve ser uma verdadeira demanda, tipo Manuela Moura Guedes e o batôn.
Em psicanálise chama-se "projecção" e define-se como um mecanismo de defesa do ego em que o indíviduo atribui a outrém qualidades, sentimentos ou intenções que se originam em si próprio. Na política nacional chama-se de "ganda lata". Afinal rasca era ela.

sábado, outubro 09, 2004

Alienação Cívico – Politica

Olá,

Desculpem mas devido a problemas técnicos, aqui do meu reduto para o mundo, não tive oportunidade de participar mais cedo.

A nossa comunidade política está ao rubro com estas questiúnculas sobre a liberdade de imprensa.

Esta paranóia toda, para mim, não passa de uma vasta estratégia de “tirar o tapete” (terminologia partidária) ao Santana Lopes.

O governo está ferido de morte desde a nascença, Durão Barroso, ou melhor, José Manuel Barroso, prevendo os problemas governativos que se avizinhavam, entregou o poder ao seu principal inimigo dentro do partido, deixando-lhe assim a responsabilidade de acarretar com as consequências da má gestão por si preconizada, “queimando-o politicamente” e inviabilizando assim a sua estratégia inicial de candidatura à presidência da república. O Presidente da Comissão Europeia deixa assim aberto o caminho para o seu tutor, Cavaco Silva, ser o candidato preferido ao trono da nossa república das bananas, matando dois coelhos duma cajadada só. O que ele não se lembrou ou deixou por resolver foi, a velha pedra no sapato do partido, Marcelo Rebelo de Sousa, que lá continuava no seu palco semanal a cascar em tudo e em todos. Mas foi só incendiar a cabeça de alguns dentro do governo, onde ainda tem alguns efectivos, e fazer passar a mensagem desejada até que alguém a agarrasse, para resolver o problema. - Foi o que aconteceu. Um morcãozinho qualquer chamado Rui Gomes da Silva, que ainda por cima é um dos mais chegados correligionários de Santana Lopes, lançou-se dizendo que era tempo de chamar à atenção, pela forma exagerada com que Marcelo opinava desfavoravelmente sobre o governo. Numa tentativa de o denegrir e desprestigiar aos olhos dos membros do seu partido, retirando-o da corrida a Belém. O que ele não sabia é o que veio depois! Com a demissão de Marcelo, o problema tomou outros contornos e levou mesmo a que Cavaco tivesse, de forma muito estadista, vir em defesa do homem.

Bem, a ver vamos!


Dei-me ao trabalho de estar aqui, com alguma resignação, a escrever sobre estas questões, que nem sequer sei se correspondem completamente à verdade, imagino que sim!

Mas a minha chamada de atenção é outra completamente diferente.

É que é com este tipo de postura perante a causa pública e este diz que disse, que se vai gerindo a vida do país! Bem sei que o pobão está habituado ás telenovelas intriguistas dos nossos amigos brasileiros e até olha para este fenómeno com uma certa ligeireza de quem está a assistir a tudo isto pela caixa mágica e provavelmente sem dar grande importância ao assunto…
O que me preocupa é a ligeireza com que os assuntos da verdadeira governação, aquela que nos toca na pele, são tratados pelos nossos governantes, sejam eles quais forem. O que me preocupa é a falta de sentido de estado e a desresponsabilização a que está votada a governação do país. Embriagam – nos com estas questões fúteis, para encapotar a incapacidade de chegarem a acordos de fundo, onde a competição entre governo e oposição não devia existir, a bem do nosso bem-estar e desenvolvimento sustentável. O laxismo e a falta de pro-actividade com que se apresentam na abordagem destas questões chegam a ser ignóbeis, sem qualquer respeito pelos cidadãos e sadicamente justificado com fundamentos economicistas, a escapatória para quem não tem vontade de lutar pela causa pública porque se encontra muito ocupado em exercer o poder pelo poder!

Vivemos um sistema ulcerado, viciado, sem dogmas, nem referências e mais assustador sem qualquer objectivo!

quinta-feira, outubro 07, 2004

Tudo para o Tarrafal

Tendo em conta, que o governo até consegue o que quer, se se dispuser verdadeiramente a isso, pergunto-me porque é que ainda vivemos neste pardieiro? Porque o governo não quer, é claro – “se eliminarmos o impossível, o que restar, por muito improvável que seja, tem de ser a verdade”. O professor Marcelo, criticava o governo e como dava muito trabalho provar que ele estava errado, ou resolver os problemas que apontava, acaba-se com o professor Marcelo. Aliás ... agora que penso nisso, este governo com tiques à lá Pinochet, tem um poder encaixe muito reduzido. Qualquer dia, começam a desaparecer pessoas e também me calam a mim. Desde que obrigaram a produção do “Cabaret da Coxa”, a retirar do cenário um retrato do nosso Primeiro, já nada me espanta ...

Professor Marcelo para a Quinta das Celebridades

Milhares de alienados, analfabetos e outros ignorantes, manifestaram-se ontem pelas ruas de todo o país. Os manifestantes empunharam cartazes onde se podia ler “Forsa Cinha!”, “Brasileiro-dos-filmes-pornográficos come essas vacas!” e “Avelino: parte essa merda toda!”. Esta manifestação, serviu para demonstrar o regozijo pela decisão de cortar o pio ao Professor Marcelo, dado que o tempo de antena ocupado por este para expôr, semanalmente, a mediocridade que tentamos varrer para debaixo do tapete, vai ser preenchida com mais alguns minutos recheados de close-ups ao cu do José Castelo Branco.